ONU: situação humanitária em Donbass está piorando

© Sputnik / John Trast / Abrir o banco de imagensPopulação de Debaltsevo faz fila para receber ajuda humanitária
População de Debaltsevo faz fila para receber ajuda humanitária - Sputnik Brasil
Nos siga noTelegram
O Leste ucraniano sofre com as sanções econômicas impostas por Kiev.

Líderes das autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk, Aleksandr Zakharchenko e Igor Plotnitsky - Sputnik Brasil
Milícias de Donbass pedem a Hollande e Merkel que pressionem Kiev
A situação humanitária no Leste da Ucrânia continua piorando, afetada pelas sanções impostas por Kiev. A venda de diversas mercadorias e produtos para a região de conflito foi vedada pelo governo ucraniano. Além disso, a população local não está recebendo aposentadorias, nem outros benefícios sociais. A informação foi divulgada na noite desta segunda-feira pelo relatório semanal do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).

“A situação humanitária no leste da Ucrânia continua piorando, principalmente nas regiões que não estão sob controle do governo ucraniano, onde a população está privada dos benefícios sociais desde dezembro de 2014. Isso piorou de modo radical as condições das pessoas que lá habitam, dificultando o seu acesso aos serviços básicos  e mercadorias. As restrições de locomoção e de transporte de produtos contribuiu ainda mais para o problema”, destaca o documento.

Debaltsevo, Donetsk - Sputnik Brasil
Donetsk afirma que Kiev violou cessar-fogo mais de 400 vezes desde os acordos de Minsk
A OCHA salientou que as restrições de trânsito nas regiões, impostas por Kiev, “provocaram sérios atrasos na distribuição de ajuda humanitária, inclusive de remédios e equipamentos médicos”.  

Segundo a ONU, entre os dias 7 e 13 de março o “regime de cessar-fogo no Leste da Ucrânia está sendo respeitado, de modo geral, apesar de trocas de tiros isoladas”. O relatório do OCHA explica que os “números oficiais de mortos continuam aumentando”. Até o momento, 5934 pessoas morreram nos confrontos. Mais de 15 mil estão feridas.

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала