Defensores de direitos humanos: ataques aéreos dos EUA matam mais de 100 civis na Síria

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O Grupo Sírio de Direitos Humanos (Syrian Network for Human Rights) diz que a coalizão contra o Estado islâmico, liderada pelos EUA, deve ser responsabilizada pela morte de mais de 100 civis na Síria, mortos em bombardeios. O grupo também exige que o Comando Central dos Estados Unidos realize uma "investigação séria".

Os ativistas detalham em seu relatório que desde setembro, quando os ataques aéreos começaram, o número de civis mortos cresceu até 103 pessoas, incluindo 11 mulheres e 11 crianças. Só um bombardeio de um edifício, usado pelos jihadistas como prisão, na cidade síria de Al-Bab, causou a morte de 51 civis. 

© Xi LiDesde o início do conflito, a Síria ficou 83% menos brilhante
Desde o início do conflito, a Síria ficou 83% menos brilhante - Sputnik Brasil
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“Infelizmente o Comando Central dos EUA nega que civis foram mortos pelas forças da aliança”, diz o diretor de Syrian Network for Human Rights, Fadel Abdul Ghani.

Na opinião dele, é necessário começar uma investigação grave para julgar os responsáveis e fazer a aliança compensar às famílias a morte de parentes.

Apoiados por um número de países aliados, os EUA vêm realizando desde 23 de setembro ataques aéreos sobre as posições do EI na Síria. Desde agosto, operações da mesma índole são efetuadas no Iraque. É de notar que os EUA utilizam a aviação sem consentimento das autoridades sírias.

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