Refugiados começam a voltar para Donbass

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Refugiados ucranianos retornam para casa - Sputnik Brasil
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O Presidente do Conselho Popular da autoproclamada República Popular de Donetsk, Andrei Purgin, comemorou a volta dos refugiados, mas esclareceu que a situação continua difícil em função do bloqueio econômico de Kiev e da falta de garantias da retirada de armamentos pesados pelos militares ucranianos.

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Parlamentar diz que Rússia pode apoiar a independência de Donbass
O presidente do Conselho Popular da autoproclamada Repúblico Popular de Donetsk (RPD) informou que, com o anúncio de cessar-fogo, os refugiados estão retornando para Donbass.

“A situação está relativamente estabilizada. A população, aos poucos, vai retornando para as cidades. O trabalho das autoridades locais está, também aos poucos, se restabelecendo, apesar de bem aquém do desejado”, transmitiu as palavras de Purgin a Agência de Notícias de Donetsk.   

Segundo Andrei Purgin, entretanto, a situação na região continua difícil em função do bloqueio econômico de Kiev, bem como da falta de garantias da retirada de armamentos pesados pelos militares ucranianos.

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RPD concluiu a retirada de armas pesadas
Kiev está realizando, desde meados de abril, uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de 6 mil civis já foram vítimas deste conflito.

O novo acordo de paz, firmado em Minsk entre os líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha, inclui um cessar-fogo global no leste da Ucrânia a partir de 15 de fevereiro. Segundo o acordo, o armistício deve ser seguido pela retirada das armas pesadas da zona de conflito, operação que deve começar "o mais tardar no segundo dia do cessar-fogo e estar concluída no prazo de 14 dias". Este processo já se iniciou mas ainda não terminou.

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