Líderes do “quarteto da Normandia”: situação melhor na Ucrânia

© AP Photo / BelTA, Andrei StasevichLíderes do "quarteto de Normandia" se encontram em Minsk
Líderes do quarteto de Normandia se encontram em Minsk - Sputnik Brasil
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Os chefes de Estado da Rússia, Alemanha, França e Ucrânia concordaram que o papel da OSCE na região deve aumentar para estabelecer de vez o regime de cessar-fogo e controlar a retirada de armamentos pesados. O fornecimento de gás russo às regiões leste da Ucrânia também fez parte da pauta.

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Os líderes do “quarteto de Normandia” (Rússia, Alemanha, França e Ucrânia) conversaram por telefone nesta segunda-feira e destacaram a melhora na situação na Ucrânia, segundo informou Reuters, citando fontes próximas à presidência francesa.

Os líderes dos quatro países, presidente da Rússia Vladimir Putin, presidente da França François Hollande, presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko e chanceler da Alemanha Angela Merkel, “concordaram em se dirigir à OSCE  e solicitar que a organização desempenhe um papel mais imediato no processo de cessar-fogo e de retirada de armamentos pesados, além de elaborar relatórios diários sobre a realização dessas medidas”, informou a agência.

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Durante a conversa telefônica, as autoridades do quarteto discutiram a realização dos acordos de Minsk, bem como a situação referente ao fornecimento do gás russo para Ucrânia e para Donbass, informou por sua vez o assessor do presidente russo, Yuri Ushakov. 

Em 19 de fevereiro, a ucraniana Naftogaz interrompeu o abastecimento de gás para Donbass, alegando problemas técnicos nos gasodutos. A estatal russa e fornecedora d gás à Ucrânia, Gazprom, solucionou o problema, usando suas estações reservas na região. Algumas horas depois, a empresa ucraniana informou ter reparado as irregularidades da própria linha e que voltaria a abastecer Donbass. 

No próximo dia a situação ficou mais confusa ainda. Naftogaz afirma estar bastecendo a região. Os representantes de Donbass, por outro lado, afirmam que o gás está chegando na região somente através do Gazprom, pelas fronteiras do Sul da Rússia. Gazprom, por sua vez, alega que o fornecimento pela região foi acordado com Naftogaz por contrato.

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