Coreia do Sul legaliza adultério

© AFP 2022 / Ed JonesUm casal na Coreia do Sul
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Na Coreia do Sul a demanda por preservativos aumentou após a abolição de sanções penais por infidelidade conjugal.

O Tribunal Supremo da Coreia do Sul revogou a lei que considerava a infidelidade como crime, de acordo com a Reuters. Esta notícia aumentou instantaneamente o valor das ações do fabricante local de preservativos.

A lei sobre infidelidade foi aprovado em 1953 para proteger os direitos das mulheres na sociedade coreana que tradicionalmente é patriarcal e na qual o divórcio era um acontecimento excepcional.

Segundo a lei, o homem infiel poderia ser condenado a uma sentença de prisão.

"A lei é inconstitucional e viola o direito dos cidadãos de tomar suas próprias decisões sobre a sexualidade, violando o direito à liberdade e à privacidade", disse um dos juízes na motivação da decisão. A revogação da lei como inconstitucional foi apoiada por sete dos nove juízes do Tribunal Constitucional da República da Coreia.

Após a publicação da decisão, as ações da empresa Unidus Corp, o fabricante de produtos de látex, incluindo preservativos, subiram 15%.

Em 2008, o tribunal tinha mantido a lei em vigor, estabelecendo na altura que a opinião pública considerava  a infidelidade nociva para o bem-estar da sociedade.

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