RPL poderá continuar sendo parte de Ucrânia, caso Kiev realize reformas

© Sputnik / Valery Melnikov / Abrir o banco de imagensIgor Plotnitsky
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O chefe da autoproclamada República Popular de Lugansk (RPL) declarou que a república continuará sendo parte da Ucrânia, caso Kiev realize as reformas necessárias.

O chefe da RPL, Igor Plotnitsky, declarou que a República pode ser parte da Ucrânia, caso o país realize as reformas  incluídas nos Acordos de Minsk.

Na quinta-feira, 12 de fevereiro, em Minsk foram concluídas as negociações do "Quarteto de Normandia" (líderes da Rússia, Alemanha, França e Ucrânia).

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Os líderes declararam o acordo mútuo para avançar e implementar os próximos passos, previstos pelo pacote de medidas adoptadas em Minsk em 12 de fevereiro, em particular a retirada das armas pesadas, a continuação de monitoramento do cessar-fogo e o início de um diálogo sobre as eleições locais em conformidade com a legislação ucraniana, bem como a trégua desde 15 de fevereiro.

Segundo o pacote de medidas, Kiev deve levantar o bloqueio econômico de Donbass, realizar a reforma constitucional, que prevê decentralização do poder, e chegar ao acordo com autoproclamadas Repúblicas de Donetsk e Lugansk sobre o lei de estatuto especial deste região.

Os líderes do "Quarteto de Normandia" nas declarações após a cimeira ratificaram o documento que assinado pelo grupo de contato (representantes das partes).

Ele sublinhou que o povo se pronunciou a favor da separação da Ucrânia durante o referendo.

"Nós somos a favor da separação da Ucrânia atual. Mas o tempo dirá se vamos ser parte da Ucrânia nova no futuro", disse Plotnitsky.

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