OPAQ alerta para o acesso do Estado Islâmico a armas químicas

© AFP 2022 / ARIS MESSINISMilitantes do Estado Islâmico na Síria
Militantes do Estado Islâmico na Síria - Sputnik Brasil
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O diretor-geral da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), Ahmet Uzumcu, declarou que é necessário evitar que o Estado Islâmico tenha acesso a armas químicas.

Em entrevista à emissora japonesa NHK, ele afirmou que "se o Estado Islâmico conseguir ter acesso a arsenais químicos seria um perigo real".

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Uzumcu fez um apelo para que a comunidade internacional se una nos esforços para prevenir a proliferação de armas químicas. Segundo ele, a destruição de armas químicas na Síria foi adiada pelo conflito no país, observando que a conclusão da destruição dos arsenais está prevista para setembro.

No final de outubro de 2014, a OPAQ relatou que 97,8% das substâncias tóxicas evacuadas da Síria haviam sido removidas.

O desarmamento químico da Síria responde ao acordo entre a Rússia e os Estados Unidos, assinado em 14 de setembro de 2013, segundo o qual a Síria deve destruir todo o seu arsenal de armas químicas.

O grupo terrorista Estado Islâmico, anteriormente designado por Estado Islâmico do Iraque e do Levante, foi criado e, inicialmente, operava principalmente na Síria, onde seus militantes lutaram contra as forças do governo. Há alguns meses, aproveitando o descontentamento dos sunitas iraquianos com as políticas de Bagdá, o Estado Islâmico lançou um ataque maciço em províncias do norte e noroeste do Iraque e ocupou um vasto território. No final de junho, o grupo anunciou a criação de um "califado islâmico" nos territórios sob seu controle no Iraque e na Síria.

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